Dedicada a
todos os que tratam os outros como números. A
todos os que para endeusarem os números sacrificam vidas no altar da sua
ganância. A carruagem do séc. XIX de onde recolhi esta foto, não mais existe. O
fim da linha chegou na estação do Pocinho (Douro).
O fundo deste blog, "de repente, os olhos são palavras", é a frase de Pablo Neruda que melhor explica o que me sugerem as imagens que fotografo.
domingo, 29 de junho de 2014
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